Ao ver este bem-te-vi,
lembro-me dos parques, das tardes,
onde primeiro te vi;
o teu olhar, nunca esqueci.
Como voa sozinho,
sem olhar para trás;
que falta que você me faz.
Voa, neste céu azul,
que já foi da primavera;
veja, a solidão que me espera.
Vai, sem se preocupar,
se um dia vai ter que voltar...
E meu coração vai com ela:
Adeus, Emanuelle.
Klaus Udo Froese Matos

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